
Chama-se ATS D6, foi projetado por Gustav Brunner e correu a temporada de 1983. Eis o primeiro carro construído de fato em fibra de carbono na Fórmula 1. Os espíritos mais aguçados em mecânica irão protestar. Afinal, como todos sabem, o primeiro Fórmula 1 a utilizar a fibra de carbono em sua construção foi o McLaren MP4/1, de John Barnard, em 1981.
Acontece que quem desmente o senso comum é ninguém menos que Adrian Newey. Sim, o mago da aerodinâmica nos anos 90 – e um dos feras na categoria até hoje.
Newey admite, claro, que o carro de Barnard foi o primeiro a usar a fibra de carbono. Mas faz uma ressalva: “Barnard construiu o carro como se fosse de alumínio. Ele não percebeu que com esse material ele poderia usar formas de todos os tipos”.
A fibra de carbono começou a ser utilizada pela categoria nos freios, a partir de 1976, onde residem até hoje. As potencialidades do material na construção de chassis foram sendo descobertas aos poucos. “A decisão de John Barnard foi puramente financeira, não funcional. Os primeiros chassis da McLaren acabaram sendo fabricados pela empresa Hercules. Brunner soube aproveitar melhor as vantagens da fibra de carbono”, completa Newey.
Brunner, trabalhando numa equipe pequena e de orçamento apertado, descobriu que podia renunciar à carenagem, a fibra de carbono constituindo a estrutura do carro. Ao investir muito tempo e dinheiro em pequenos detalhes, Brunner fez uma aposta de alto risco.
Não se pode dizer que foi um sucesso. Apesar de ter inscritoManfred Winkelhock, Jo Gartner e Stefan Bellof durante a temporada, apenas o primeiro correu de fato. Fez bons treinos, e até chegou a largar em sétimo três vezes, nos GPs de San Marino, Bélgica e Canadá. Mas problemas mecânicos e com o BMW Turbo, além de acidentes e disputas de pista, prejudicaram a classificação final: a melhor chegada foi um oitavo lugar, no GP da Europa. Não marcou nenhum ponto.
A equipe sumiu das pistas ao fim do ano seguinte, registrando sete pontos em sete anos de existência.
Acontece que quem desmente o senso comum é ninguém menos que Adrian Newey. Sim, o mago da aerodinâmica nos anos 90 – e um dos feras na categoria até hoje.
Newey admite, claro, que o carro de Barnard foi o primeiro a usar a fibra de carbono. Mas faz uma ressalva: “Barnard construiu o carro como se fosse de alumínio. Ele não percebeu que com esse material ele poderia usar formas de todos os tipos”.
A fibra de carbono começou a ser utilizada pela categoria nos freios, a partir de 1976, onde residem até hoje. As potencialidades do material na construção de chassis foram sendo descobertas aos poucos. “A decisão de John Barnard foi puramente financeira, não funcional. Os primeiros chassis da McLaren acabaram sendo fabricados pela empresa Hercules. Brunner soube aproveitar melhor as vantagens da fibra de carbono”, completa Newey.
Brunner, trabalhando numa equipe pequena e de orçamento apertado, descobriu que podia renunciar à carenagem, a fibra de carbono constituindo a estrutura do carro. Ao investir muito tempo e dinheiro em pequenos detalhes, Brunner fez uma aposta de alto risco.
Não se pode dizer que foi um sucesso. Apesar de ter inscritoManfred Winkelhock, Jo Gartner e Stefan Bellof durante a temporada, apenas o primeiro correu de fato. Fez bons treinos, e até chegou a largar em sétimo três vezes, nos GPs de San Marino, Bélgica e Canadá. Mas problemas mecânicos e com o BMW Turbo, além de acidentes e disputas de pista, prejudicaram a classificação final: a melhor chegada foi um oitavo lugar, no GP da Europa. Não marcou nenhum ponto.
A equipe sumiu das pistas ao fim do ano seguinte, registrando sete pontos em sete anos de existência.
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